segunda-feira, 27 de março de 2017

VIGILANTE 8

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É com muita saudade que lembro desse game, e das várias tardes que fiquei jogando as diversas telas em verdadeira guerra contra a "máquina" ou contra os amigos. Vigilante 8 foi lançado em 1998 e fez muito sucesso no Play Station e Nintendo 64, entre outros. Produzido pela Linoflux, o game consistia num combate veicular, onde cada carro tinha suas particularidades e você percorria muitas fazes tentando destruir seus inimigos e fugindo das bombas, mísseis, armadilhas, minas, etc., que lhes eram direcionadas. Os modos para jogar eram diversos, onde você podia escolher os adversários, a quantidade de cada carro que iria combater e a fase que iria percorrer. Alguns automóveis eram mais fracos, porém mais velozes, outros possuíam uma arma especial melhor, e por aí vai.

Você tinha que ficar atento para as numerosas armas que apareciam no caminho. Havia míssil teleguiado, bazuca com bombas que seguiam o oponente, minas explosivas, uma metralhadora que mirava automaticamente no inimigo que estava próximo, entre outras, mas tinha que tomar cuidado, pois você só podia ficar com um número finito de armas, e dava uma raiva quando pegava uma arma ruim e sem querer descartava uma arma mais legal que já estava equipada. O legal era quando ficávamos percorrendo todo o cenário em busca das caixas surpresas, onde o armamento especial do seu carro estava escondido. Aliados à geografia e armadilhas de cada cenário, os veículos podiam ser melhor aproveitados, e quanto mais você jogava, mais ficava conhecendo os segredos de cada pista.

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A história gira em torno de uma organização, OMAR, que quer controlar o petróleo de todo o mundo e contrata terroristas para chegar em seus objetivos. Chamados de Coyotes, eles começam a atacar alguns pontos chaves nos Estados Unidos, e alguns civis desesperados se uniram para proteger esses locais, que devido à grande crise gerada pela organização, não tinham proteção policial. Esse grupo de civis foram chamados de Vigilantes. Em um desses locais o governo americano fazia testes com armamentos avançados, oriundos de outros planetas, plano secreto que os Coyotes ficaram sabendo e os Vigilantes iriam tentar impedir os inimigos de conseguirem essas armas poderosas. Já em Vigilante 8:  Second Offence de 1999, viagem no tempo é adicionada à história. Uma loucura total para um game que não se leva a sério e te dá uma ótima experiência, viciante, e que merece receber uma nova versão.

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Os tipos de carros são os mais diversos possíveis. No primeiro game os personagens principais são: o vigilante cowboy Convoy que pilotava um enorme caminhão com carreta, que tinha como especial uma buzina que jogava uma rajada sonora no adversário que o atorava longe. Era lento, mas aguentava mais pancadas, e quando a carreta era destruída o caminhão ficava mais fácil de controlar. Já a morena agente do FBI Chasey Blue mudou de carro no game 2 e também na versão arcade, sendo o meu carro preferido o mostrado em Second Offence, onde os três enormes misseis teleguiados faziam a festa. Outros carros que chamavam a atenção era o de John Torque, que lembra bem Samuel L. Jackson com Black Power do filme Pulp Fiction, com o carro chamado Jefferson que fazia o chão tremer, e também o carro do vilão Lord Clyde que no primeiro game pilota o Clydesdale com uma antena que dispara raios, e no dois dirige uma limusine com arma especial parecida.  Tem um módulo lunar pilotado por um macaco que possui umas garras em forma de pinças que picotam o carro adversário e também um ônibus que solta uma fumaça que te deixa mais lento, sem falar do trailer, dos carros de corrida, da caminhonete que possuía uma colmeia na lateral que levantava o carro adversário num enxame de abelhas, etc.

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Em algumas fazes você conseguia utilizar algumas armadilhas, como atrair seu inimigo até um pântano para que ele seja atacado por um enorme crocodilo, ou até o cemitério onde os fantasmas causariam danos. Em outra tela havia uma nave que se destruída uma formiga gigante era libertada, e quando você ouvia seus passos, logo mudava o trajeto para fugir. Muita coisa era feita no susto e corríamos atrás das chaves que aumentavam o sangue e energia. Tinha turbo, melhorias, carros secretos, até um disco voador. Existiam elevadores que te levavam ao topo de estruturas, ou teleféricos, passagens secretas, entre outras novidades. Sinceramente, é um jogo que merece uma reedição. Quem sabe com todos os personagens dessas três versões? Acho que a nova geração merece o Vigilante 8.