sexta-feira, 7 de outubro de 2016

CAVALEIROS DO ZODÍACO: TORNEIO GALÁCTICO E CAVALEIROS DE PRATA

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Na década de 90 não tinha um garoto que não gostava dos Cavaleiros do Zodíaco. A revista Herói todo mês estampava um personagem na capa e despendia dezenas de páginas contando as curiosidades e histórias dos personagens. Os bonecos vendiam pra caramba, com as armaduras de ferro que podiam ser removidas e transformadas no símbolo de cada cavaleiro. Tinha de tudo, álbum de figurinha, revistas temáticas, jogos de tabuleiro, e quem não gostava de anime, passou a gostar. Ouvia-se gritos de “Meteoro de Pégaso” e “Cólera do Dragão” nos vizinhos e quem passava em frente de casa podia ouvir um “Ave Fênix” ou “ de Diamante” que não iria achar estranho. A TV Manchete deve ter gostado de transmitir os episódios, que passavam de manhã e de tarde.

Nos primeiros episódios somos apresentados aos cavaleiros de bronze, crianças órfãs enviadas aos quatro cantos do mundo para treinarem e conquistarem as armaduras de bronze e desenvolverem seus poderes controlando seus cosmos. Já crescidos eles se encontram em um torneio para disputarem um grande prêmio: a armadura de ouro de Sagitário. Esse torneio é clássico, enquanto os cavaleiros vão lutado nós conhecemos suas histórias e como foram seus treinamentos. Fica claro que Seiya é o principal, ainda mais quando o nome original do anime e mangá é Saint Seiya. Ele conquistou sua armadura de Pégaso e só vai ao torneio para conseguir uma visibilidade na mídia e talvez ser reconhecido por sua irmã desaparecida, mas lógico que ele acaba lutando. Seu oponente, Shiryu de Dragão, é outro cavaleiro querido pelos fãs. É nessa luta que Seiya tem que dar um soco invertido no peito de Shiryu para salvar sua vida. Logo no começo percebemos que os Cavaleiros não era um desenho fofinho feito para criancinhas, o negócio era mais truculento. Seiya decepa a orelha de um oponente quando luta pela sua armadura de bronze, as pancadas desferidas pelos lutadores podiam ser sentidas por quem estava assistindo e não eram raras as vezes que um personagem aparecia tomando banho. Era o fim da infância.

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Saori Kido era a reencarnação da deusa Athena, que necessitava de seus cavaleiros para os perigos que iriam surgir. Além de Seiya e Shiryu, os cavaleiros principais eram Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix, que começou como vilão, mas que depois se torna um poderoso aliado. Com personalidades diferentes, forjadas de acordo com os lugares que foram enviados para treinar, Ikki tomou o lugar do irmão Shun e foi para a Ilha da Rainha da Morte, já seu irmão se tornou o personagem menos querido pelos meninos, pois seu jeito era um tanto afeminado e sua armadura era rosa, mas suas correntes demonstraram ter muito poder. Já Hyoga era triste devido à morte de sua mãe, que morreu num naufrágio e se encontrava congelada na geleira siberiana. Shiryu treinou com o Mestre Ancião, o cavaleiro de Libra, que o ensinou a conseguir mudar o curso de uma cachoeira com um golpe. O grito que cada cavaleiro dava ao invocar seu poder se tornou mania nacional. Pégaso e seus meteoros, As correntes de Andrômeda, entre outros. E Saori Kido sempre em perigo, uma vez que o mestre do Santuário queria vê-la morta por saber de sua missão.

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Todos eles têm um romance, mas Seiya parece ser o maior pegador da série, entre eles Shina de Cobra (as cavaleiras possuíam mascaras, que serviam como um tipo de virgindade). Mas todos eles têm suas origens e episódios especiais, que vão revelando os motivos que os fizeram tomarem algumas decisões e experiências que tiveram que moldaram também suas personalidades. Não dá para saber ao certo, mas aprece haver um amor platônico entre Athena e Pégaso (ele de novo). E chove cavaleiros de prata para tentar vencer esses heróis. Com um poder maior, mais experiência e mais resistência, eles vão sendo vencidos pela força de vontade dos cavaleiros que vão suspeitando ter alguém por trás de todos os ataques que lhes são deferidos. Muitos momentos impactantes se tornaram lembranças permanentes na mente dos fãs, como Shiryu se cegando para salvar seus amigos, uma vez que estavam enfrentando o cavaleiro de prata de Algol, de Perseu com o escudo da Medusa, que transformava em pedra as pessoas que olhavam seu escudo. Sacrifícios e amizade foram à chave para eles conseguirem superar os inimigos.

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Alguns cavaleiros de prata davam mais trabalho, outros pareciam até fáceis demais. Nessa saga também aparecem os cavaleiros de aço, três garotos que receberam suas armaduras das indústrias Kido para ajudar os cavaleiros. Eram raposa, águia e golfinho, representando a terra, ar e água. Difícil é esquecer Ikki decepando as mãos do cavaleiro de Cão Maior com seus próprios discos. O golpe fantasma de Fênix talvez seja o golpe mais interessante de um cavaleiro, que faz com que a vítima tenha ilusões horrendas. Mas o carisma de Seiya é a grande arma do anime, que parece que nunca terá fim, com várias sagas e continuações. Nessa fase já ficamos conhecendo alguns Cavaleiros de Ouro, mas aí já rende outra postagem aqui no blog.

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